comunicação é tudo
Falar sobre marketing, estratégias e, principalmente, das ferramentas promocionais como publicidade e propaganda, relações públicas, promoção de vendas, enfim, tudo sobre comunicação, pois comunicação é tudo. Sendo assim, esse espaço está aberto a todos os colegas da área de comunicação social.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Dia da Mulher? Dia de luta!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Heineken e Facebook firmam parceria global de Marketing
Rede social fornecerá soluções para que a cervejaria crie ações de relacionamento, a partir do conhecimento e da experiência sobre os milhões de internautas cadastrados no site
Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing | 08/12/2011
sylvia@mundodomarketing.com.br
O acordo também permite que a cervejaria tenha acesso aos produtos mais recentes do Facebook, podendo usar os conhecimentos e a experiência do site na construção de relacionamentos de longo prazo entre as marcas e seus públicos.
Atualmente, a fan page da marca Heineken conta com mais de 4,6 milhões de usuários adultos. Duas das outras cervejas importantes do portfólio da empresa holandesa, Kingfisher e Dos Equis, também estão entre as sete principais da categoria com o maior número de fãs.
Na última segunda-feira, dia 5, a cervejaria lançou o portal United Beers of the World, com informações sobre marcas como a holandesa Amstel Pulse, a italiana Birra Moretti e as irlandesas Murphy’s Irish Stout e Murphy’s Irish Red.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Conhece os medos dos diretores de marketing?
Gostei muito desse post, confira:
A revolução no marketing já chegou, com os tablets, Facebooks, Youtubes e outras plataformas digitais. Mas estudo da IBM revela que marketeers ainda não estão preparados.
Mário Lino (www.expresso.pt) 12:20 Quinta feira, 20 de outubro de 2011 |

E a maioria desses executivos - responsáveis pelo marketing integrado de produtos da sua organização, serviços e reputação da marca - dizem que falta uma influência significativa em áreas-chave como o desenvolvimento de produtos, preços e seleção de canais de vendas.
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/conhece-os-medos-dos-diretores-de-marketing=f680374#ixzz1bPthFORm
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Gerenciamento de marca só para aquecer...
• às vezes.
• regularmente.
• sempre.
2 ) Gosto de me relacionar com profissionais de outras áreas e me sinto confortável com esta convivência
• às vezes.
• regularmente.
• sempre.
3 ) Possuo um plano de desenvolvimento de minha carreira para os próximos cinco anos.
• às vezes.
• regularmente.
• sempre.
4 ) Estou plenamente consciente de que o meu trabalho é importante para a empresa em que trabalho.
• às vezes.
• regularmente.
• sempre.
5 ) Procuro estar sempre atento à melhoria de meus conhecimentos, postura profissional e aparência pessoal.
• às vezes.
• regularmente.
• sempre
6 ) Possuo vários formatos de currículo, adequando-os à melhor comunicação com quem vai recebê-los
• às vezes.
• regularmente.
• sempre.
7 ) Conheço profundamente minhas habilidades e deficiências profissionais. Procuro evidenciar as primeiras e melhorar as segundas.
• às vezes.
• regularmente.
• sempre.
8 ) Procuro manter contato com empresas de recolocação ou head hunters para não
perder oportunidades profissionais.
• às vezes.
• regularmente.
• sempre.
9 ) Revejo periodicamente meu currículo, para atualizá-lo e torná-lo criativo
• às vezes.
• regularmente.
• sempre.
10 ) Investigo quais as necessidades do mercado profissional para procurar ser competitivo
• às vezes.
• regularmente.
• sempre.
•1 ponto- às vezes.
•2 pontos- regularmente. •3 pontos- sempre.
Se você fosse definido em apenas uma palavra, qual seria ela? Faça esta pergunta ao seu círculo social de relacionamento e veja os resultados.
domingo, 5 de junho de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
"Não vamos falar da situação precária da nossa educação?"
sexta-feira, 13 de maio de 2011
SEU NOME É SUA MARCA. Em tempos de redes sociais, já é hora de rever sua imagem?
Em suas obras, Philip Kotler resume Marketing como sendo um conjunto de ações estratégicas planejadas por uma organização para que esta não só sobreviva, mas também tenha uma vantagem competitiva no mercado. Para Max Gehringer, administrador e consultor de carreiras, “é o conjunto de ferramentas que uma empresa usa para fazer com que seus produtos sejam conhecidos, apreciados e comprados”.
Voltamos, assim, ao uso indiscriminado das redes sociais, com participações em sua maioria inúteis (apenas para dizer “eu tenho um perfil no twitter”, por exemplo), exposição demasiada de imagens pessoais que talvez não devessem existir nem escondidas no fundo de gavetas do guarda-roupa, a utilização dessas mídias para deturpar informações comprometendo a própria vida pessoal e profissional, além de atingir terceiros (o que pode acarretar sérios processos judiciais).
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Alunos da disciplina Redação Publicitária criam campanha para incentivar a doação de sangue
terça-feira, 28 de setembro de 2010
A falta de mão de obra na área digital
Crescimento robusto da publicidade online vem acompanhado de grandes dificuldades para contratar
Ao mesmo tempo em que esse cenário é celebrado, porém, um problema assola o mercado digital: a escassez de profissionais que dominem ou estejam comprometidos em desbravar o universo da publicidade online. Segundo Luciana Bastos, diretora da área voltada ao recrutamento digital da The Talent Business, os problemas para contratação estão em todas as disciplinas e abrangem os mais variados níveis de experiência, sendo que os cargos que exigem maior maturidade apresentam demanda mais latente.
Apesar disso, Luciana vê como positivo e inevitável o aumento de jovens profissionais na cadeia digital. Para ela, é preciso apenas que as agências e outros empregadores passem a investir pesado em capacitação para formar líderes no médio prazo. Sua opinião é compartilhada por César Paz, presidente da Associação Brasileira das Agências Digitais (Abradi) e da AG2 Publicis Modem. “As agências digitais crescem, em média, 30% ao ano. Não há desemprego nesse setor, sendo que qualquer agência de médio porte tem entre 10 e 15 vagas em aberto. Nesse cenário, a rotatividade é inevitável e alterá-lo exige menos apelo salarial e mais propostas diferenciadas de projetos e desafios”, acredita Paz.
Para Vinícius Reis, CEO da Euro RSCG 4D Brasil, a falta de equilíbrio entre competência e salário vem se tornando o grande desafio para a ampliação de sua equipe. “Carrego comigo a pesquisa da Abradi sobre cargos e salários para ter coerência na hora de contratar. O problema é que, com frequência, não consigo me distanciar dos valores máximos impressos no levantamento”, conta. “Trata-se de um círculo vicioso em que os seniores são muito valorizados e escassos, o que acaba encarecendo toda a cadeia com profissionais intermediários e juniores. Isso acarreta em uma dificuldade até mesmo para recrutar gente nova e formar mão de obra”, acrescenta Reis.
Sobram oportunidades
Arquitetos de informação, programadores, gerentes de projetos, analistas de search marketing. Para todos esses cargos existem demandas não atendidas. No entanto, entre os inúmeros postos que sofrem com carência de mão de obra especializada, a bola da vez no mundo online é o profissional dedicado ao planejamento.
“Uma pessoa capaz de pensar a comunicação de maneira estratégica mesclando visões dos mundos on e off-line, mas tratando o digital como centro da comunicação está muito difícil de encontrar. Além disso, o mercado digital precisa cada vez mais de profissionais apaixonados pelos problemas do cliente e que estejam preparados para pensarem suas carreiras no médio prazo”, acredita Fabiano Coura, diretor de planejamento da R/GA.
Para o executivo, existe ainda uma quantidade razoável de profissionais empregados e não satisfeitos com o que fazem. “Encontrar essas pessoas que, no geral, são movidas pelo desafio e pela vontade de fazer o mercado evoluir pode ser uma fórmula de sucesso diante desse cenário”, afirma.
Outra agência de renome internacional recém-chegada ao mercado nacional, a Razorfish está em constante processo de busca por mão de obra. Para Fernando Tassinari, diretor geral da operação brasileira, porém, as dificuldades em encontrar profissionais ainda não têm sido alarmante a ponto de fazer a “roda travar”. “Fazemos as escolhas muito baseadas em indicação. Claro que os processos de recrutamento não são rápidos e precisam ser bem pensados, mas estamos também dispostos a desenvolver os talentos que aparecem”, conta Tassinari.
De acordo com Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil, todos os dias a entidade recebe ligações de pessoas em busca de recomendações para vagas em aberto. “Anunciantes também estão em busca de pessoas para fazerem a interface com as agências digitais e que entendam o mercado. Isso também vem aumentando a concorrência por talentos”, comenta Meneghini.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Marketing: marcas são esculturas de significado
Por Fernando Jucá (Diretor Associado do Grupo Troiano de Branding)
Fonte: Mundo do Marketing (www.mundodomarketing.com.br)
18/06/2010
Profissionais de marketing são gerentes de significado, trabalhando com esculturas de significado que naturalmente os consumidores estão aptos a produzir
A proposta mais interessante que encontrei foi, para minha surpresa, a de um antropólogo, o americano Grant McCracken. Ele sugere – absolutamente não de forma inédita, mas de modo bastante assertivo – que profissionais de marketing são, em essência, “gerentes de significado”. Crescimento de market share, resultados financeiros positivos... o sucesso deste executivo é sempre diretamente ligado à eficácia com que ele constrói significado para marcas.
E então McCracken acrescenta que significados não são criados do nada, eles têm sua origem na cultura: o conjunto de crenças, valores, comportamentos e instituições que organizam a vida em sociedade. É nesta preciosa fonte que bebem os profissionais de marketing, buscando significados que são então gerenciados para agregar valor a um determinado produto ou serviço, construir marcas e retornar posteriormente para a vida do consumidor.
Faz sentido para você? Para mim fez. Tanto que continuei navegando nos mares da antropologia e constatei que diversos autores escreveram sobre as operações mentais que pessoas, vivendo em sociedade, naturalmente fazem para atribuir significados, e portanto valor, a coisas ou objetos (ou, se você preferir, produtos). Sempre comparando os resultados desta investigação com o que efetivamente acontece no universo das marcas, comecei a catalogar essas diferentes, e “ancestrais”, operações mentais e finalmente as organizei em 12 tipos.
Claro, não pretendo que esta lista seja exaustiva e definitiva. Espero sim que ela seja fonte de inspiração. Pois acredito que é da profunda compreensão das motivações envolvidas nestas “naturais esculturas de significado humanas” que nasce o talentoso profissional de marketing. Note bem que em cada uma destas “esculturas” o tangível não muda, ou pelo menos, não necessariamente. O que é esculpido e modelado são os significados atribuídos à coisa material:
1. De “coisa” para... “Amuleto”
Operação mental em que é atribuído um “poder mágico” a determinado objeto. Exemplo ouvido recentemente de um jovem: “nossa, com este tênis parece que sou capaz até de voar...”
2. De “coisa” para... “Ingresso”
Objeto cuja posse culturalmente passa a implicar, ou ao menos facilitar, a aceitação em um desejado grupo social, mesmo que não formalmente constituído. Exemplo: ser assinante de determinada revista contribui para que o consumidor seja percebido como um “intelectual”.
3. De “coisa” para...“Personagem”
Operação mental em que o objeto ganha significado e valor ao passar a fazer parte do enredo da vida da pessoa, como um personagem. Exemplo: o cartão de crédito que esteve comigo em todas as fases da minha vida.
4. De “coisa” para...“Caça”
Operação em que significado e valor são atribuídos ao objeto em razão de características do próprio processo de busca e aquisição. Exemplo atual: “itens de coleção, quando até uma simples figurinha ganha um valor inestimável”.
5. De “coisa” para...“Ponte”
O objeto ganha significado quando culturalmente se torna uma ponte para aproximar pessoas e facilitar a interação social. Esta ponte pode ser “física”, quando, por exemplo, a coisa se torna um presente, ou “emocional”, quando a ponte surge de um tema de interesse comum que o objeto desperta. Exemplo: uma camiseta com ilustrações inspiradas em um filme ou programa de TV.
6. De “coisa” para...“Autêntico” Normalmente, operação mental que acontece no vetor temporal: objeto ganha significado ao se tornar um representante fiel de iniciativa ou momento valorizado do passado. Exemplo pessoal: o “baleiro” que orgulhosamente exibo na minha sala.
7. De “coisa” para...“Exótico”
Operação mental que navega no vetor espacial: objeto ganha valor quando passa a representar outras culturas ou pontos de vista. Exemplo: um vaso com motivos africanos.
8. De “coisa” para... “Troféu”
O que se torna escasso ou limitado, inclusive por meio do preço, ganha significado ao delimitar territórios sociais. Exemplos proliferam no mercado de luxo.
9. De “coisa” para...“Saber”
Objeto que também passa a delimitar territórios sociais, só que principalmente em função do conhecimento demandado para sua utilização e fruição. Exemplo obrigatório: uma garrafa de vinho.
10. De “coisa” para...“Bandeira”
Objeto que se torna símbolo de um desejo humano maior, como liberdade, amor, mudança ou a pátria. Exemplo antológico: uma motocicleta Harley-Davidson.
11. De “coisa” para...“Arte”
Objeto que passa a ser descrito como exemplo da inventividade humana e da nossa capacidade de transcender o meramente biológico. Exemplos abundam na gastronomia: “isto não é comida apenas, são pepitas de chocolate trufado”.
12. De “coisa” para...“Sagrado”
Objeto cujo significado mais evidente é transferido de outra pessoa, não raramente uma celebridade, que detinha a posse anterior da coisa ou que se envolveu na sua produção e consumo. Exemplo: o “perfume de Antonio Banderas”.
Em resumo: profissionais de marketing são gerentes de significado, trabalhando com esculturas de significado que naturalmente os consumidores estão aptos a produzir. Em certo sentido, nós não inventamos nada. Construímos significado quando gerenciamos eficazmente – estimulando e compartilhando com consumidores - um processo que é fundamentalmente humano.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
McKee: "Mente humana vê a vida como uma história"
Robert McKee, tido como o grande guru dos roteiristas de Hollywood, ensinou em palestra no Wave como aplicar as técnicas do cinema à publicidade
Contar histórias é algo tão natural que a própria mente humana enxerga a vida como um grande roteiro de acontecimentos passados e futuros. Robert McKee, considerado um dos maiores gurus dos roteiristas de Hollywood, garantiu em palestra na tarde desta quarta-feira, dia 19, no Wave Festival que a teoria é corroborada por diversos estudiosos de psicologia, antropologia e outras ciências. Isso, segundo ele, explica o fascínio que o ser humano tem por contar e ouvir histórias desde os primórdios da história. "Na época pré-histórica, os caminhos e os rituais eram memorizados como um roteiro", disse McKee, numa das mais concorridas palestras deste ano no Wave.
Seguir algumas regras e procedimentos na elaboração destas histórias, no entanto, podem fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso seja de uma super-produção cinematográfica ou mesmo um comercial de 30 segundos. Mas o sucesso, avisa, não tem receita de bolo. "É preciso escrever com paixão, seguindo o coração, e torcer para que a sua história seja bem sucedida em capturar a imaginação do público. Não há fórmula para antecipar isso, apenas torcer", reconhece McKee.
Na publicidade, onde na maioria das vezes a missão precisa ser executada em um minuto ou metade disso, McKee explica que a persuasão quase sempre segue o caminho da sedução via retórica ou emoções. "Na retórica você apela ao intelecto do consumidor, apresentando argumentos concretos para convencê-lo a comprar seu produto", explicou McKee.
No apelo emocional os dez principais elementos usados pela publicidade, segundo ele, seriam natureza, comunidades, prazeres físicos, poder social, vitórias, estética, conhecimento, saúde, espiritualidade e sexo. Quando se opta por uma história, diz McKee, são colocadas em ação as vertentes racionais e emocionais num único tiro. Quanto esse for o caminho a ser seguido, mais uma vez o mestre dos roteiristas diz que é preciso levar em conta a dinâmica da vida real.
"Na vida calculamos os riscos de forma muito conservadora antes de tomar decisões e o leque de conseqüências fica restrito. Na ficção podemos manipular isso de forma mais livre, mas levando em conta os elementos necessários para envolver o espectador e criar empatia com os personagens", ensina.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
“EI, VOCÊ AÍ! ME DÁ UM DINHEIRO AÍ. ME DÁ UM DINHEIRO AÍ...”
Mal passaram as festas de Natal e Ano Novo e já chegou o carnaval. Aliás, dizem que no Brasil só se começa a trabalhar mesmo depois desta festa. Isso não é verdade. Quantos de nós não paramos de trabalhar nem durante as festas? Sem contar que muitas pessoas aguardam ansiosamente esses períodos para ganhar um extra ou conseguir um trabalho.
O Carnaval 2010 começa “oficialmente” no dia 13 de fevereiro, sábado. Digo oficialmente porque em algumas cidades brasileiras começa até trinta dias antes. Mas, e o que você tem a ver com isso? Ora, essa é mais uma oportunidade de negócios. “Se não pode com eles, junte-se a eles”. O comércio também gira (e muito) no carnaval: roupas mais leves, chinelos, fantasias, acessórios, alimentação, gelo, caixas de isopor, águas, refrigerantes, cerveja (principalmente) e aquela carne para o churrasco são produtos que disparam em vendas. E ainda tem as pessoas que não gostam da folia e se retiram para lugares mais calmos ou viajam para ver a família, enfim, sempre há o que fazer ou o que comprar nesta data.
Se a sua empresa está direta ou indiretamente ligada a esta festividade, aproveite e faça seu planejamento com antecedência para não ficar só olhando a banda (ou o trio elétrico) passar. Veja algumas dicas:
• Os mais atentos já devem ter começado a preparar seus estoques desde o fim do ano de 2009, mas um reforço de 15 dias antes da festividade sempre é necessário. Antecipe as compras e negocie com a indústria para ter preços mais competitivos;
• Entre no ritmo da folia decorando sua empresa ou loja. Até detalhes no uniforme dos funcionários pode entrar na brincadeira;
• Crie produtos especiais para a época, promoções de verão, enfim, use a criatividade para atrair clientes;
• Ofereça brindes com a sua marca ligados à data;
• E, é claro, anuncie. Para te auxiliar no planejamento das ações e em sua comunicação, conte sempre com um publicitário.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Procuram-se professores.
Ms. em Estudos Culturais/Publicitária/Profª.
Entre as teorias sobre a publicidade e propaganda, talvez a primordial seja o conceito A.I.D.A., isto é, uma mensagem publicitária deve chamar a atenção, gerar interesse, despertar o desejo e levar o público alvo à ação. Outro conceito importante diz respeito aos grupos de referência, aqueles com os quais um indivíduo se relaciona e utiliza como ponto de comparação na formação de seus valores, atitudes ou comportamento. Mas por que falar desses conceitos? Há vários em comunicação; por ora, esses dois bastam para analisar uma propaganda do Governo Federal que está sendo veiculada em cadeia nacional.
O objetivo da propaganda é atrair novos professores para a rede pública de ensino. O problema já tem até nome: “apagão escolar”. Cada vez menos jovens querem ser professores e mais professores desistem da profissão. De acordo com o Instituto de Estatísticas da UNESCO (UIS), o Brasil terá de contratar 396 mil novos docentes até 2015. O difícil está sendo achar candidatos. Se os jovens não querem mais abraçar a carreira que era o sonho no passado, é porque já viram a realidade na sala de aula: professores desmotivados e falta de infraestrutura para a realização de um bom trabalho. Além disso, outras profissões lhes oferecem salários melhores, benefícios e reconhecimento social.
Contra todos esses fatores, a referida propaganda traz o seguinte texto:
“Locução em Off (voz masculina):Alguns países mostraram uma grande capacidade de se desenvolver social e economicamente nos últimos 30 anos. Nós perguntamos a pessoas desses países: “Qual é, na sua opinião, o profissional responsável pelo desenvolvimento?”
Locução On (pessoas de diversos países - Inglaterra, Finlândia, Alemanha, Coréia do Sul, Espanha, Holanda e França - respondem a mesma palavra): O professor.
Locução em On (mulher negra, professora, com livros nas mãos): Venha construir um país mais desenvolvido, mais justo, com oportunidades para todos. Seja um professor.
Locução em Off (voz feminina) Informe-se no Portal do MEC. Ministério da Educação. Brasil, um país de todos”.
Ao pesquisar os números da educação nos países apontados na propaganda do Governo, é assustadora a disparidade com os nossos índices. De acordo com relatório “Panorama da Educação 2008” da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), enquanto os países citados na tal propaganda investem entre seis a oito mil dólares por aluno anualmente no ensino fundamental e médio, o que equivale a cerca de R$12.600,00 por aluno, o Brasil gasta cerca de R$2.700,00. Temos também uma das menores porcentagens do PIB gasto em educação, com 4,4%. Enquanto França e Finlândia, por exemplo, investem 6,0% e Coréia do Sul, 7,2%.
Utilizando o mesmo relatório da OCDE, ao comparar, em 2006, os salários de professores com o nível mínimo de qualificação exigido para a certificação no ensino fundamental e no ensino médio em instituições públicas nesses países, o susto é ainda maior. O salário inicial varia de vinte e cinco mil dólares anuais na França (cerca de R$3.800,00 por mês) até quarenta mil dólares na Alemanha (cerca de R$6.200,00 mensais). Enquanto no Brasil, o salário atual para os professores da educação básica é de R$ 950,00 mensais para a jornada de 40 horas semanais. Haja propaganda para reverter esse quadro.
Depois de formados, os jovens sonham com um futuro melhor. E dados os números expostos, esse futuro, com certeza, não está no caminho da docência. Mas o principal equívoco nessa propaganda, ironicamente intitulada no site do MEC de “valorização do professor”, é que ela se esquece dos grupos de referência. Isso mesmo. Os jovens têm em seus professores atuais o seu maior grupo de referência, ou seja, eles veem todos os dias muitos motivos para não escolher essa profissão. Portanto, a propaganda não gera interesse no “produto” (ser professor), não desperta o desejo; logo, não levará à ação.
Mas a mensagem chama a atenção; pelo menos a minha, que mais uma vez fiquei chocada com a coragem do Governo Lula. Desta vez de comparar a valorização e o respeito ao professor nos países citados na propaganda com o descaso com o qual somos tratados no Brasil. Fica a pergunta: desde quando propaganda resolve políticas educacionais mal elaboradas?

sábado, 6 de junho de 2009
Campanha "Informação" - TCE/MT
A campanha trabalhou com o conceito de que a falta de informação são as amarras que prendem o cidadão na ignorância dos fatos e, como conseqüência, é como se estivesse no escuro sem nada ver, sem possibilidade de falar e de mãos atadas. O portal do cidadão abre os olhos, dá voz e possibilidade de ação ao cidadão, pois solta as amarras para a participação no processo do controle das contas públicas.















